domingo, 15 de novembro de 2009

Blog do Luis Nassif - economia, política, notícias, jornalismo e opinião

Análise extremamente interessante. Pode-se fazer uma ligação com os partidos criados após 1945 e observar a permanência de tendências partidárias.

Blog do Luis Nassif - economia, política, notícias, jornalismo e opinião: "15/11/2009 - 08:42
Cenário político brasileiro
Por Gunter

Lembrando que durante muitos anos as eleições foram no dia 15/novembro, uma visão do possível congresso a eleger em 2010.

Muita gente anda preocupada somente com cargos no Executivo. É claro, são importantes, muito visíveis, moldam o país e os estados. Fazem com que a política avance rápido ou ande devagar. Toda pesquisa ou notícia que possa afetar diretamente esses cargos é, portanto, esmiuçada. Os poderes Judiciário e Noticiário também são muito comentados.

Mas não estamos esquecendo um pouco das tendências para o Legislativo?
Sobre Partidos:

Em 1980, com vistas a uma eleição mais aberta em 1982, permitiu-se a criação de partidos no Brasil, afora o modelo MDB/ARENA com sublegendas. Fala-se sempre que alianças no Congresso são espúrias, mas isso é apenas parcialmente verdade. A retrospectiva aponta para relativamente poucas mudanças (e raras inconsistências) de posição:

- O PSDB abandonou o ideário social-democrata que lhe deu nome, ultrapassando à direita sua origem PMDB , associando-se ao DEM (ex-PFL, ex-Arena.) Esse movimento foi pautado pela mudança do conceito do papel do Estado;

Leia mais »"

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Slides Aula China

Para baixar o arquivo clique aqui

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

BBC Brasil - Notícias - Comissão do Senado aprova entrada da Venezuela no Mercosul

BBC Brasil - Notícias - Comissão do Senado aprova entrada da Venezuela no Mercosul: "América Latina
Comissão do Senado aprova entrada da Venezuela no Mercosul
Os presidentes Hugo Chávez e Luiz Inácio Lula da Silva (foto de arquivo)

Aprovação da adesão da Venezuela ao Mercosul coincide com visita de Lula

A Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou nesta quinta-feira o ingresso da Venezuela no Mercosul. Agora, a decisão deve ainda passar pelo plenário do Senado.

A matéria foi aprovada depois de meses de discussões e polêmica entre parlamentares governistas e de oposição.

O substitutivo favorável à entrada da Venezuela no Mercosul, apresentado pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), foi aprovado por 12 votos contra cinco.

O relator, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), havia apresentado parecer contrário ao ingresso do país no bloco, que foi rejeitado por 11 votos contra seis."

domingo, 25 de outubro de 2009

Lista de exercícios

Segue a lista de exercícios para o 4º bimestre. Imprimam e levem para a saula de aula para trabalharmos juntos. Clique aqui

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Como se calcula o coeficiente eleitoral? - Yahoo! Respostas

Como se calcula o coeficiente eleitoral? - Yahoo! Respostas: "O coeficiente eleitoral é utilizado para escolher os representantes do poder legislativo em nosso Brasil. Assim, para elegermos deputados federais, deputados estaduais e vereadores, precisa-se conhecer o coeficiente eleitoral. Exceção ocorre na eleição para Senador, em que o mais votado é eleito.

SIMPLIFICANDO. COMO ELEGER UM DEPUTADO FEDERAL, ESTADUAL OU VEREADOR?

1º Passo - Calcular o Quociente Eleitoral (QE) - Basta dividir o número de votos válidos pelo número de vagas disputadas. Como exemplo, numa cidade em que, na última eleição foram aproximadamente 4.500.000 votos e disputadas 50 vagas, o QE seria igual a 90.000

2º Passo - Calcular o Quociente Partidário (QP) - Basta dividir o número de votos para a legenda/coligação pelo QE. O partido elegerá x vereadores, sendo este x, o seu QP, descartando-se a fração (exemplo: QP igual 3.2, são eleitos 3 vereadores). Se um partido tiver QP menor que 1, ele não elegerá nenhum vereador.

EXEMPLO: Tomando por exemplo uma cidade com 500.000 votantes e 20 vagas a disputar para vereador (QE=25.000), vamos ao número de votos dos partidos (fictícios) e o seu QP (entre parênteses)

Partidos - Votos - QP
PZY - 130.000 (5.2 - 5 vereadores)
PABX - 110.000 (4.4 - 4 vereadores)
PIB - 100.000 (4 - 4 vereadores)
PLUS - 90.000 (3.6 - 3 vereadores)
PIN - 50.000 (2 - 2 vereadores)
PAZ - 20.000 (0.8 - nenhum vereador)

Notem que ainda sobraram 2 vagas, sendo necessário outro cálculo: agora pega-se os votos e divide-se pelo QP + 1. O partido que obtiver a maior média leva a vaga. O cálculo é repetido até que todas as vagas sejam preenchidas. Lembrem-se que, a cada vez que um partido leva uma vaga, a sua média diminui e que o partido que não atingiu QP maior que 1, também não entra neste cálculo.

1ª Vaga:

PZY - 130.000 : 5.2 = 20.96 (melhor média, leva a primeira vaga)
PABX - 110.000 : 4.4 = 20.37
PIB - 100.000 : 4 = 20
PLUS - 90.000 : 3.6 = 19.56
PIN - 50.000 : 2 = 16.6
PAZ - 20.000 (Não atingiu o QP)

2ª Vaga:

PZY - 130.000 : 6.2 = 18.05
PABX - 110.000 : 4.4 = 20.37 (melhor média, leva a segunda vaga)
PIB - 100.000 : 4 = 20
PLUS - 90.000 : 3.6 = 19.56
PIN - 50.000 : 2 = 16.6
PAZ - 20.000 (Não atingiu o QP)

Pronto, agora temos o quadro final da eleição de nossa cidade!

PZY - 6 vereadores (130.000 votos)
PABX - 5 vereadores (110.000 votos)
PIB - 4 vereadores (100.000 votos)
PLUS - 3 vereadores (90.000 votos)
PIN - 2 vereadores (50.000 votos)
PAZ - 0 vereadores (20.000 votos)

Complicado é, mas acredite se quiser, funciona. Como todo sistema, ele tem falhas que são corrigidas ao longo do processo. Isso ficou evidente nas duas últimas eleições, quando o Éneas em SP, sozinho, atingiu o QP de pouco mais de 7, levando mais 5 candidatos consigo (o PRONA só tinha 6 candidatos). E em 1998, quando Lindberg Farias tentou um mandato para a Câmara Federal pelo PSTU, foi um dos deputados federais mais votados, só que o seu partido, por não ter feito coligação e por não ter mais nenhum candidato com boa votação, não atingiu o QP de 1, impedindo sua eleição.

Observações: Em eleições proporcionais, os votos válidos são somente aqueles destinados à legenda ou a um candidato.

SÓ PRA ESCLARECER

São tres sistemas: distrital, proporcional (usado no Brasil) e misto.

O voto distrital é o sistema em que os parlamentares (vereadores, deputados estaduais e federais) são eleitos por voto majoritário, com o país, estados e municípios divididos em distritos (o que define um distrito é um núcleo populacional). O mais votado em seu distrito, está eleito. É o sistema usado na esmagadora maioria dos países, inclusive no presidencialista Estados Unidos.

O voto proporcional é o sistema em que os parlamentares dos três níveis são eleitos de forma proporcional. Funciona assim: cada estado ou município tem um coeficiente eleitoral, definido de acordo com o tamanho da população, conforme já explicado. Dois outros casos, além do Eneas em SP são famosos: um, o de Miguel Arraes em 1986: ele obteve uma votação três vezes superior ao coeficiente eleitoral de Pernambuco, e garantiu desta forma para o seu PSB a eleição de pelo menos três outros deputados de votação insignificante. O outro caso foi o do empresário Paulo Octávio, no Distrito Federal, em 1994. Foi um dos candidatos mais votados, mas o seu partido de então, o PRN, não atingiu o coeficiente eleitoral mínimo. Assim, ele ficou de fora, elegendo-se outros parlamentares com votação inferior.

O sistema misto é uma criação da Alemanha. Por ele, metade da bancada de um estado é eleita pelo sistema proporcional, e a outra metade pelo sistema distrital ou majoritário. Mas a parte proporcional tem um ritual: cada partido apresenta uma lista de seus candidatos. À medida que o coeficiente eleitoral é atingido, os nomes da lista vão sendo eleitos, do cabeça da lista para trás. Assim, o eleitor, quando escolhe votar em um partido, sabe que seu voto irá primeiro para o cabeça da lista."

sábado, 22 de agosto de 2009

Roteiro de Leitura do Livro

Galera, alguns pontos que vale a pena observar na leitura do livro:

- Como era a São Paulo dos anos trinta? Como o autor descreve os locais frequentados pelos personagens?

- O pensamento científico da época.

- O papel do samba e do carnaval.

- O papel do futebol

- A relação de São Paulo com o resto do país.

Abraços

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Para volta às aulas

Teremos que aproveitar a tal da aceleração do tempo em nosso favor. Pouco tempo, muita coisa para fazer (sempre muita coisa para fazer).

Na volta às aulas teremos uma leitura para História.

O livro é:

Boris Fausto. O crime do restaurante chinês. São Paulo: Companhia das Letras, 2009

Custa em média 30 reais. A partir da volta teremos o prazo de 15 dias para lê-lo.

Bom resto de férias...

domingo, 28 de junho de 2009

Folha Online - Educação - USP, Unesp e Unicamp vão aceitar só Novo Enem - 23/06/2009

Folha Online - Educação - USP, Unesp e Unicamp vão aceitar só Novo Enem - 23/06/2009:

da Folha de S.Paulo

Fovest Até o ano passado, o candidato que fizesse o vestibular para a USP, a Unesp ou a Unicamp poderia escolher entre usar a nota das questões objetivas de uma das duas últimas edições do Enem para compor 20% do desempenho da primeira fase --no caso da Unesp, com as atuais mudanças do exame, 10% da nota final.

Agora, se quiser a ajuda do Enem na primeira etapa do vestibular, o aluno vai ter que fazer a nova edição da prova.

A primeira decisão partiu da USP. Depois as outras duas estaduais também afirmaram que não aceitarão a pontuação das provas anteriores do Enem no vestibular de fim de ano.

A prova do novo Enem acontece nos dias 3 e 4 de outubro. As inscrições vão até 17 de julho, pelo site www.enem.inep. gov.br/inscricao."

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Blog da Historia Viva - Para entender o Irã

Blog da Historia Viva: "19/06/2009

'Primavera de Teerã': a história se repete?

Para entender a agitação no Irã desde as eleições presidenciais do dia 12 de junho e por que isso mexe tanto com a política internacional, recomendo a leitura de dois artigos. O primeiro sobre o que aconteceu há 30 anos no país dos aitolás, e o segundo, sobre o cenário de hoje.

O primeiro artigo está no site de História Viva, assinado por Osvaldo Coggiola, professor do programa de pós-graduação em história econômica da USP e autor do livro A revolução iraniana (Unesp, 2008).

“Em 1978-1979, ocorreu no Irã uma agitação vertiginosa na qual a classe operária teve presença marcante. O movimento conseguiu desmantelar o Estado imperial e criar uma situação revolucionária”, afirma Coggiola. Só que depois houve a apropriação integral do movimento pelo clero xiita, situação que se estende até os dias atuais.

Para ler o artigo inteiro, clique em www.historiaviva.com.br

O segundo artigo está no jornal Folha de S.Paulo desta sexta, dia 19 de junho. Patrick Cockburn, articulista do jornal britânico Independent, expõe as peças que estão no tabuleiro neste momento, comparando-as com o jogo em 1979. “A Revolução Iraniana foi feita por uma coalizão que abarcava esquerda e direita, com religiosos conservadores em um dos extremos e marxistas revolucionários em outro”, conta. E hoje? “Os símbolos e a linguagem usados no Irã em 2009 se assemelham ao que aconteceu em 1978/79, mas as forças políticas que estão em ação não poderiam ser menos parecidas.”

Para ler o artigo inteiro (só assinantes têm acesso), clique em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft1906200903.htm

Liliana Pinheiro"

domingo, 21 de junho de 2009

Casa das Rosas integra ‘corrente’ de troca de livros

G1 > Vestibular e Educação - NOTÍCIAS - Casa das Rosas integra ‘corrente’ de troca de livros: "Casa das Rosas integra ‘corrente’ de troca de livros

Desde o início de maio, espaço aderiu ao BookCrossing.
Projeto é um movimento de 'libertação' de livros em locais públicos.

Do G1, em São Paulo

A Casa das Rosas, espaço de literatura e poesia localizado na Avenida Paulista, se tornou um espaço para troca de livros. Desde o início de maio, a casa aderiu ao projeto BookCrossing, movimento de “libertação” de livros em locais públicos para serem achados por outros leitores, e se tornou uma “crossing zone” (na tradução, zona de troca de livros).

Funciona assim: qualquer leitor pode deixar um livro na Casa das Rosas para outros leitores, enquanto também pode escolher outra obra que estiver disponível no espaço para levar embora e ler, mas, com o compromisso de passá-la adiante.

A Casa das Rosas é a sexta “crossing zone” do Brasil, sendo a terceira na cidade de São Paulo. Em média, 200 livros da literatura brasileira, especialmente de poesia, compõem essa espécie de biblioteca circulante.

Como participar

O doador da obra entra no site do movimento, que tem adesão de leitores de mais de 130 países, e cria um perfil - o site é em inglês; uma página na web em português está em construção. Com o livro em mãos, registra e anota na contracapa o código de identificação gerado.

Após o cadastramento, é preciso deixar o livro na Casa das Rosas ou em uma das outras zonas oficiais, ou ainda, se preferir, pode deixá-lo em um espaço público qualquer.

A pessoa que pegar o livro deve informar o paradeiro da obra no próprio site, e se quiser pode também registrar a sua opinião sobre a leitura."

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Compra de votos, coronelismo e o congresso de sempre

As últimas notícias sobre o ato secreto faz lembrar de todas as discussões que tivemos sobre o uso de patrimônio pública para fins privados. E a discussão não é nova. Observe a notícia abaixo. Foi publicada em 2006, fazendo referência à corrupção do congresso e à música do Paralamas gravada 11 anos antes. Ouça a música que segue à notícia e pense: qual é a semelhança sobre todas estes acontecimentos.


Lula tem pouca chance de acabar com "picaretas", diz jornal

da BBC Brasil

As eleições brasileiras foram tema de matérias em jornais europeus e sul-americanos, um dia depois de o candidato Luiz Inácio Lula da Silva lançar seu programa de governo para um eventual segundo governo petista.

O jornal argentino "Página 12" cita pesquisas que indicam vitória do atual presidente já no primeiro turno, mas avalia: "São poucas as chances que (Lula) tem de enterrar uma maldição política que vem de anos --a corrupção."

"Em meados dos anos 90, o grupo Paralamas do Sucesso gravou o rock '300 picaretas', em alusão aos legisladores que vendiam seus votos pela melhor oferta", lembrou o diário. "Desde então, três governos foram eleitos, e nenhum deles pôde acabar com os 'picaretas'."

O diário econômico "Financial Times" também abordou as eleições brasileiras. O diário registrou que nem Lula nem o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, apresentaram programas de governo com "substância para diferenciá-los".

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u56492.shtml




paralamas do sucessos - Luis inacio

Material para prova 2º ano

Aula 2º ano - O trabalho escravo no Brasil

sábado, 13 de junho de 2009

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Trabalho produção de banner turístico 2º ano

O trabalho é uma produção de cartaz turísitico baseado na Carta de Pero Vaz de Caminha. 

A primeira etapa é a leitura da carta (clique aqui), identificando a imagem construída da nova terra na carta. É importante ter este documento para a próxima aula, dia 20/05.

Com base na análise, criar imagens que possam ser transportadas para o cartaz. A entrega do cartaz será no dia 27/05.

Exemplos de cartazes.


A matéria abaixo foi extraída do blog Tecnlogia&Design. Excelente reflexão sobre os cartazes

Assim como na Europa, os avanços nas comunicações e transportes refletiram também nos Estados Unidos da America do Norte um crescimento ou nascimento, se preferirem da indústria do turismo.

Cada vez mais as pessoas podiam conhecer novos lugares, e esta possibilidade é traduzida através dos cartazes turísticos. O que se segue é uma série inicial destes cartazes e alguns comentários.

Fonte

Lembrando à primeira vista os cartazes da PLM francesa, este exemplo, publicado pela empresa de transportes ferroviários Union Pacific se destaca dos europeus pela tipologia empregada; diferente da estética Art-Dèco, a fonte aqui utilizada possui extrema graça e leveza.

Publicado pela Pennsylvania Railroad esta peça se destaca pelo contraste das cores vermelho-azul bem como pela ilustração que lembra anúncios de revistas.

Como diria meu aluno Jean Carlos: “Olha o plágio… Os caras copiam tudo.” é verdade, este cartaz é cópia de um outro apresentado anteriormente, mas é difícil saber se o plágio é atual ou feito na época…

Mais um belo cartaz com estética de anúncios de revistas.

Talvez o mais antigo dos cartazes aqui apresentados nesta série, este cartaz que remonta aos meados da década de 1920 apresenta uma bela imagem de banhista em um ambiente tranquilo, mas o que me surpreende são as cores deste cartaz, incomumente escuras e frias. Acredito que nos dias de hoje esta peça teria um apelo pouco eficaz…

Bastante diferente deste outro cartaz da Pennsylvania Railroad, cujo clima é imensamente mais convidativo para quem deseja férias. repare na elegancia dos dois casais à direita… Chama a atenção para nós acostumados com “cachorras”, “popozudas”, “burguesinhas” e outros que tais…

Tecnicamente um cartaz turístico, pois convida o leitor para visitar a Feira Mundial de Chicago de 1933, este exemplo nos apresenta um estilo Art-Dèco bastante pesado, escuro e “poluído” lembrando os cartazes do filme alemão Metropolis, de Fritz Lang, (1927). Esta abordagem do estilo Art-Dèco difere radicalmente da abordagem mais comumente encontrada na Europa, notadamente nos trabalhos de Cassandre.

Belo exemplo de trabalho de cor, explorando não as cores reais, mas aquelas cores idealizadas pelas pessoas que desejam conhecer um lugar, no caso, o Grand Canyon. Repare a diferença cromática entre a imagem em primeiro plano e o restante da imagem.

Da mesma forma, neste cartaz se pode notar uma contínua mudança cromática entre o primeiro plano (pessoas e trem), o segundo plano (prédios e árvores) e o terceiro plano (Capitólio, Obelisco à Washington e prédios públicos)




domingo, 10 de maio de 2009

Trabalho de Produção de Cordel para o 3º ano

Para a produção do trabalho, pesquisar primeiramente os conceitos sobre coronelismo em Coronelismo - Site Voltaire.

Após informações sobre o coronelismo, pesquisar sobre a produção de cordel aqui

Mais informações sobre cordel na Revista Brasileira de História da Biblioteca Nacional

Os grupos deverão se organizar em torno dos seguintes temas:

Coronéis (clique aqui)

Canudos (clique aqui)

Cangaço (notícia sobre cangaço e história do cangaço)

Eleições (voto de cabresto)

Padre Cícero (bibliografia e site uol)


 

Após pesquisa produzir material para cordel. Trazer resumos e anotações nas aulas da semana de 17 a 23 de maio.


Veja exemplo de como o cordel pode ser usado hoje.



sábado, 4 de abril de 2009

Folha Online - Mundo - Terror, ameaça nuclear e pirataria testam eficácia da Otan após 60 anos - 04/04/2009

Qual será a eficácia das uniões em blocos no século XXI

Folha Online - Mundo - Terror, ameaça nuclear e pirataria testam eficácia da Otan após 60 anos - 04/04/2009: "04/04/2009 - 08h21
Terror, ameaça nuclear e pirataria testam eficácia da Otan após 60 anos
Publicidade

MÁRCIA SOMAN MORAES
Da Folha Online

Em 1949, a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) foi criada por 12 nações ocidentais como ferramenta para bloquear o avanço do bloco comunista liderado pela União Soviética. Neste sábado, exatos 60 anos depois, a aliança militar realiza cúpula para discutir como enfrentar as novas ameaças internacionais, sem rosto ou fronteira definida.

Em Baden-Baden (Alemanha), o presidente americano, Barack Obama, liderará uma 'discussão substancial' sobre a revitalização da organização, um documento que descreverá como a organização deverá se portar diante das 'ameaças do século 21' --o terrorismo, a proliferação nuclear e a pirataria.

O documento, contudo, é resultado de um movimento de modernização antigo. 'Nos últimos 20 anos, a Otan fez um esforço de revitalização para lidar com as ameaças do século 21. Esforços no sentido de modernizar seus recursos tecnológicos, reorientar a missão, lidar com ameaças não tradicionais', diz a americana Margaret Kosal, codiretora do Programa de Não Proliferação Biológica e Química e Antiterrorismo do Centro de Estratégia, Tecnologia e Política Internacional (CISTP).

Para Kosal, a revisão estratégica da aliança militar é parte de um processo de renovação para que a Otan possa encontrar, 60 anos após sua criação e em um contexto completamente diferente da oposição capitalismo e socialismo da Guerra Fria, meios de continuar como componente vital de segurança 'para combater as ameaças dos atores não estatais' --como os terroristas dos grupos radicais islâmicos refugiados no Afeganistão e no Paquistão ou os piratas somalis que sequestraram dezenas de navios nos últimos meses no golfo de Áden, em troca de recompensas milionárias.

Afeganistão

Popular na Europa, Obama é a atração central da cúpula e aproveita os flashes e abraços para trazer, pela primeira vez, seu apelo por maior apoio dos aliados à Guerra do Afeganistão, a primeira ação militar da aliança fora da Europa. Os EUA pressionam os parceiros a aumentar a contribuição em soldados, civis e dinheiro, mas os europeus se mostram resistentes em investir mais em um conflito que, oito anos depois, vive seu mais violento período.

Para Kosal, a nova estratégia de Obama para a 'guerra ao terror' -que inclui US$ 1,5 bilhão anual em ajuda ao Paquistão e mais 21 mil soldados para o Afeganistão- permite aos EUA e a Otan focar em um 'ponto crítico' da segurança internacional.
Rafiq Maqbool - 15.mar.2009/AP
Soldados americanos fazem guarda perto do local de uma explosão em Cabul; EUA pressionam os parceiros a aumentar a contribuição em soldados, civis e dinheiro para a primeira ação da aliança ocidental fora da Europa
Soldados americanos fazem guarda perto do local de uma explosão em Cabul; EUA pressionam os parceiros a aumentar a contribuição em soldados, civis e dinheiro para a primeira ação da aliança ocidental fora da Europa

Ela alerta, contudo, que o conflito vai além dos interesses dos 28 países membros: 'A [rede terrorista] Al Qaeda é um fenômeno globalizado que deve preocupar não apenas os EUA e a Otan, como todo o resto do mundo. [...] Nenhum Estado é invulnerável ao terrorismo'.

Aliança global

Embora Obama tenha reforçado o pedido de apoio dos aliados ao Afeganistão -com discurso no qual chegou a dizer que a Europa é mais vulnerável a ataques terroristas que os EUA- a ausência de resultados concretos, o alto custo em dinheiro e em vidas, além da grave crise econômica reforçam a resistência dos europeus ao conceito de uma Otan global, uma aliança que aja além das ameaças diretas a países europeus e aos americanos, como descrito no 5º artigo de seu texto de criação.

'[Otan global] é um conceito perigoso porque pode impedir a Europa de resolver os problemas locais do continente, que é o objetivo central da criação da aliança. A Otan foi criada para garantir a segurança da Europa e não ir atrás do Afeganistão', afirma Hall Gardner, do Departamento de Política Comparativa da Universidade Americana de Paris e autor dos livros 'American Global Strategy and the War on Terrorism' (Estratégia Americana Global e a Guerra contra o Terrorismo) e 'Dangerous Crossroads: Europe, Russia, and the Future of NATO' (Cruzamentos Perigosos: Europa, Rússia e o Futuro da Otan).

Aliança de essência passiva, a Otan entrou em sua primeira operação militar somente 50 anos depois de sua criação. Foi em 1999 quando comandou a ampla ofensiva ocidental na Iugoslávia com o objetivo declarado de interromper os massacres da população albanesa na Província do Kosovo --conflito que, destaca Gardner, ainda não está resolvido, mas que deve ficar à margem do debate deste sábado.

Ameaça nuclear

Outro debate que não pode ser relegado é a não proliferação nuclear. Obama até prometeu nesta sexta-feira (3) acabar 'com todas as armas nucleares no mundo', mas preferiu deixar os detalhes para a cúpula com as potências da União Europeia, neste domingo (5).

Com o esforço de reaproximação dos EUA com o Irã, dono de controverso programa nuclear, e a as expectativas pelo lançamento de um foguete norte-coreano, regime que há quatro anos discute sua desnuclearização, o temor de um ataque nuclear parece tão ou talvez mais iminente que na época da Guerra Fria.
31.mar.2009/Reuters
Soldado japonês faz a guarda em frente a foguete de interceptação de mísseis; Japão teme que lançamento de suposto satélite norte-coreanos ameace sua segurança e conta com apoio dos EUA para conter Pyongyang
Soldado japonês faz a guarda em frente a foguete de interceptação de mísseis; Japão teme que lançamento de suposto satélite norte-coreanos ameace sua segurança e conta com apoio dos EUA para conter Pyongyang

Mas 60 anos depois, a Otan parece não ter solução melhor que aguardar passivamente uma ameaça concreta. 'O que a Otan pode fazer? Honestamente? Não muito. [...] A Otan daria apoio diplomático e político a possíveis sanções que as potências membros decidissem individualmente', afirma Justin Hastings, do Instituto de Cooperação e Conflito Global da Universidade da Califórnia.

'É uma decisão difícil atacar um país por ameaça de uma bomba nuclear', afirma Hastings, lembrando das armas de destruição em massa que os EUA nunca encontraram no Iraque. Uma lição que a Otan parece não ignorar. 'Se eles já tiverem a bomba fabricada, mesmo assim, há pouco o que se fazer sem ignorar a soberania nacional ou começar uma guerra de proporções imprevisíveis'."

sábado, 21 de março de 2009

Discursso a favor da produção

Do blog de Luis Nassif

21/03/2009 - 09:19

Obama e a volta dos valores da produção

A palavra do presidente é mais forte que a caneta. Se FHC e Lula tivessem usado a palavra para estimular os valores da produção, da inovação, da gestão, em lugar do financismo barato que assolou o país nos últimos 20 anos, o jogo seria outro.

Lula ainda fez uma revolução com as políticas sociais.

Observem o que o Foo foi buscar em um blog de informática nos EUA, como não apenas a economia, mas os valores estão sendo mudados com a crise e com o discurso de Obama.

Por Foo

Obama no Tonight Show convida os alunos a estudar engenharia, e não financiar

As inscrições para ciência da computação estão em alta, depois de seis anos de declínio. E até mesmo o presidente Barack Obama está exortando os estudantes a afastar-se do mercado financeiro em favor de engenharia.
O conselho de Obama foi dado no Tonight Show com Jay Leno (ver vídeo). “Precisamos de jovens que, em vez de um garoto esperto que sai da escola querendo ser banqueiro de investimento, queiram ser engenheiros, cientistas, médicos ou professores”.

Enviado por: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo

quinta-feira, 12 de março de 2009

Material para prova 3º ano

O arquivo está no slide share. Para acessá-lo clique aqui.
xLpt>en GoogleDicc
here , herein , hither