domingo, 15 de novembro de 2009

Blog do Luis Nassif - economia, política, notícias, jornalismo e opinião

Análise extremamente interessante. Pode-se fazer uma ligação com os partidos criados após 1945 e observar a permanência de tendências partidárias.

Blog do Luis Nassif - economia, política, notícias, jornalismo e opinião: "15/11/2009 - 08:42
Cenário político brasileiro
Por Gunter

Lembrando que durante muitos anos as eleições foram no dia 15/novembro, uma visão do possível congresso a eleger em 2010.

Muita gente anda preocupada somente com cargos no Executivo. É claro, são importantes, muito visíveis, moldam o país e os estados. Fazem com que a política avance rápido ou ande devagar. Toda pesquisa ou notícia que possa afetar diretamente esses cargos é, portanto, esmiuçada. Os poderes Judiciário e Noticiário também são muito comentados.

Mas não estamos esquecendo um pouco das tendências para o Legislativo?
Sobre Partidos:

Em 1980, com vistas a uma eleição mais aberta em 1982, permitiu-se a criação de partidos no Brasil, afora o modelo MDB/ARENA com sublegendas. Fala-se sempre que alianças no Congresso são espúrias, mas isso é apenas parcialmente verdade. A retrospectiva aponta para relativamente poucas mudanças (e raras inconsistências) de posição:

- O PSDB abandonou o ideário social-democrata que lhe deu nome, ultrapassando à direita sua origem PMDB , associando-se ao DEM (ex-PFL, ex-Arena.) Esse movimento foi pautado pela mudança do conceito do papel do Estado;

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Slides Aula China

Para baixar o arquivo clique aqui

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

BBC Brasil - Notícias - Comissão do Senado aprova entrada da Venezuela no Mercosul

BBC Brasil - Notícias - Comissão do Senado aprova entrada da Venezuela no Mercosul: "América Latina
Comissão do Senado aprova entrada da Venezuela no Mercosul
Os presidentes Hugo Chávez e Luiz Inácio Lula da Silva (foto de arquivo)

Aprovação da adesão da Venezuela ao Mercosul coincide com visita de Lula

A Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou nesta quinta-feira o ingresso da Venezuela no Mercosul. Agora, a decisão deve ainda passar pelo plenário do Senado.

A matéria foi aprovada depois de meses de discussões e polêmica entre parlamentares governistas e de oposição.

O substitutivo favorável à entrada da Venezuela no Mercosul, apresentado pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), foi aprovado por 12 votos contra cinco.

O relator, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), havia apresentado parecer contrário ao ingresso do país no bloco, que foi rejeitado por 11 votos contra seis."

domingo, 25 de outubro de 2009

Lista de exercícios

Segue a lista de exercícios para o 4º bimestre. Imprimam e levem para a saula de aula para trabalharmos juntos. Clique aqui

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Como se calcula o coeficiente eleitoral? - Yahoo! Respostas

Como se calcula o coeficiente eleitoral? - Yahoo! Respostas: "O coeficiente eleitoral é utilizado para escolher os representantes do poder legislativo em nosso Brasil. Assim, para elegermos deputados federais, deputados estaduais e vereadores, precisa-se conhecer o coeficiente eleitoral. Exceção ocorre na eleição para Senador, em que o mais votado é eleito.

SIMPLIFICANDO. COMO ELEGER UM DEPUTADO FEDERAL, ESTADUAL OU VEREADOR?

1º Passo - Calcular o Quociente Eleitoral (QE) - Basta dividir o número de votos válidos pelo número de vagas disputadas. Como exemplo, numa cidade em que, na última eleição foram aproximadamente 4.500.000 votos e disputadas 50 vagas, o QE seria igual a 90.000

2º Passo - Calcular o Quociente Partidário (QP) - Basta dividir o número de votos para a legenda/coligação pelo QE. O partido elegerá x vereadores, sendo este x, o seu QP, descartando-se a fração (exemplo: QP igual 3.2, são eleitos 3 vereadores). Se um partido tiver QP menor que 1, ele não elegerá nenhum vereador.

EXEMPLO: Tomando por exemplo uma cidade com 500.000 votantes e 20 vagas a disputar para vereador (QE=25.000), vamos ao número de votos dos partidos (fictícios) e o seu QP (entre parênteses)

Partidos - Votos - QP
PZY - 130.000 (5.2 - 5 vereadores)
PABX - 110.000 (4.4 - 4 vereadores)
PIB - 100.000 (4 - 4 vereadores)
PLUS - 90.000 (3.6 - 3 vereadores)
PIN - 50.000 (2 - 2 vereadores)
PAZ - 20.000 (0.8 - nenhum vereador)

Notem que ainda sobraram 2 vagas, sendo necessário outro cálculo: agora pega-se os votos e divide-se pelo QP + 1. O partido que obtiver a maior média leva a vaga. O cálculo é repetido até que todas as vagas sejam preenchidas. Lembrem-se que, a cada vez que um partido leva uma vaga, a sua média diminui e que o partido que não atingiu QP maior que 1, também não entra neste cálculo.

1ª Vaga:

PZY - 130.000 : 5.2 = 20.96 (melhor média, leva a primeira vaga)
PABX - 110.000 : 4.4 = 20.37
PIB - 100.000 : 4 = 20
PLUS - 90.000 : 3.6 = 19.56
PIN - 50.000 : 2 = 16.6
PAZ - 20.000 (Não atingiu o QP)

2ª Vaga:

PZY - 130.000 : 6.2 = 18.05
PABX - 110.000 : 4.4 = 20.37 (melhor média, leva a segunda vaga)
PIB - 100.000 : 4 = 20
PLUS - 90.000 : 3.6 = 19.56
PIN - 50.000 : 2 = 16.6
PAZ - 20.000 (Não atingiu o QP)

Pronto, agora temos o quadro final da eleição de nossa cidade!

PZY - 6 vereadores (130.000 votos)
PABX - 5 vereadores (110.000 votos)
PIB - 4 vereadores (100.000 votos)
PLUS - 3 vereadores (90.000 votos)
PIN - 2 vereadores (50.000 votos)
PAZ - 0 vereadores (20.000 votos)

Complicado é, mas acredite se quiser, funciona. Como todo sistema, ele tem falhas que são corrigidas ao longo do processo. Isso ficou evidente nas duas últimas eleições, quando o Éneas em SP, sozinho, atingiu o QP de pouco mais de 7, levando mais 5 candidatos consigo (o PRONA só tinha 6 candidatos). E em 1998, quando Lindberg Farias tentou um mandato para a Câmara Federal pelo PSTU, foi um dos deputados federais mais votados, só que o seu partido, por não ter feito coligação e por não ter mais nenhum candidato com boa votação, não atingiu o QP de 1, impedindo sua eleição.

Observações: Em eleições proporcionais, os votos válidos são somente aqueles destinados à legenda ou a um candidato.

SÓ PRA ESCLARECER

São tres sistemas: distrital, proporcional (usado no Brasil) e misto.

O voto distrital é o sistema em que os parlamentares (vereadores, deputados estaduais e federais) são eleitos por voto majoritário, com o país, estados e municípios divididos em distritos (o que define um distrito é um núcleo populacional). O mais votado em seu distrito, está eleito. É o sistema usado na esmagadora maioria dos países, inclusive no presidencialista Estados Unidos.

O voto proporcional é o sistema em que os parlamentares dos três níveis são eleitos de forma proporcional. Funciona assim: cada estado ou município tem um coeficiente eleitoral, definido de acordo com o tamanho da população, conforme já explicado. Dois outros casos, além do Eneas em SP são famosos: um, o de Miguel Arraes em 1986: ele obteve uma votação três vezes superior ao coeficiente eleitoral de Pernambuco, e garantiu desta forma para o seu PSB a eleição de pelo menos três outros deputados de votação insignificante. O outro caso foi o do empresário Paulo Octávio, no Distrito Federal, em 1994. Foi um dos candidatos mais votados, mas o seu partido de então, o PRN, não atingiu o coeficiente eleitoral mínimo. Assim, ele ficou de fora, elegendo-se outros parlamentares com votação inferior.

O sistema misto é uma criação da Alemanha. Por ele, metade da bancada de um estado é eleita pelo sistema proporcional, e a outra metade pelo sistema distrital ou majoritário. Mas a parte proporcional tem um ritual: cada partido apresenta uma lista de seus candidatos. À medida que o coeficiente eleitoral é atingido, os nomes da lista vão sendo eleitos, do cabeça da lista para trás. Assim, o eleitor, quando escolhe votar em um partido, sabe que seu voto irá primeiro para o cabeça da lista."

sábado, 22 de agosto de 2009

Roteiro de Leitura do Livro

Galera, alguns pontos que vale a pena observar na leitura do livro:

- Como era a São Paulo dos anos trinta? Como o autor descreve os locais frequentados pelos personagens?

- O pensamento científico da época.

- O papel do samba e do carnaval.

- O papel do futebol

- A relação de São Paulo com o resto do país.

Abraços