Folha Online - Educação - USP, Unesp e Unicamp vão aceitar só Novo Enem - 23/06/2009:
da Folha de S.Paulo
Fovest Até o ano passado, o candidato que fizesse o vestibular para a USP, a Unesp ou a Unicamp poderia escolher entre usar a nota das questões objetivas de uma das duas últimas edições do Enem para compor 20% do desempenho da primeira fase --no caso da Unesp, com as atuais mudanças do exame, 10% da nota final.
Agora, se quiser a ajuda do Enem na primeira etapa do vestibular, o aluno vai ter que fazer a nova edição da prova.
A primeira decisão partiu da USP. Depois as outras duas estaduais também afirmaram que não aceitarão a pontuação das provas anteriores do Enem no vestibular de fim de ano.
A prova do novo Enem acontece nos dias 3 e 4 de outubro. As inscrições vão até 17 de julho, pelo site www.enem.inep. gov.br/inscricao."
domingo, 28 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Blog da Historia Viva - Para entender o Irã
Blog da Historia Viva: "19/06/2009
'Primavera de Teerã': a história se repete?
Para entender a agitação no Irã desde as eleições presidenciais do dia 12 de junho e por que isso mexe tanto com a política internacional, recomendo a leitura de dois artigos. O primeiro sobre o que aconteceu há 30 anos no país dos aitolás, e o segundo, sobre o cenário de hoje.
O primeiro artigo está no site de História Viva, assinado por Osvaldo Coggiola, professor do programa de pós-graduação em história econômica da USP e autor do livro A revolução iraniana (Unesp, 2008).
“Em 1978-1979, ocorreu no Irã uma agitação vertiginosa na qual a classe operária teve presença marcante. O movimento conseguiu desmantelar o Estado imperial e criar uma situação revolucionária”, afirma Coggiola. Só que depois houve a apropriação integral do movimento pelo clero xiita, situação que se estende até os dias atuais.
Para ler o artigo inteiro, clique em www.historiaviva.com.br
O segundo artigo está no jornal Folha de S.Paulo desta sexta, dia 19 de junho. Patrick Cockburn, articulista do jornal britânico Independent, expõe as peças que estão no tabuleiro neste momento, comparando-as com o jogo em 1979. “A Revolução Iraniana foi feita por uma coalizão que abarcava esquerda e direita, com religiosos conservadores em um dos extremos e marxistas revolucionários em outro”, conta. E hoje? “Os símbolos e a linguagem usados no Irã em 2009 se assemelham ao que aconteceu em 1978/79, mas as forças políticas que estão em ação não poderiam ser menos parecidas.”
Para ler o artigo inteiro (só assinantes têm acesso), clique em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft1906200903.htm
Liliana Pinheiro"
'Primavera de Teerã': a história se repete?
Para entender a agitação no Irã desde as eleições presidenciais do dia 12 de junho e por que isso mexe tanto com a política internacional, recomendo a leitura de dois artigos. O primeiro sobre o que aconteceu há 30 anos no país dos aitolás, e o segundo, sobre o cenário de hoje.
O primeiro artigo está no site de História Viva, assinado por Osvaldo Coggiola, professor do programa de pós-graduação em história econômica da USP e autor do livro A revolução iraniana (Unesp, 2008).
“Em 1978-1979, ocorreu no Irã uma agitação vertiginosa na qual a classe operária teve presença marcante. O movimento conseguiu desmantelar o Estado imperial e criar uma situação revolucionária”, afirma Coggiola. Só que depois houve a apropriação integral do movimento pelo clero xiita, situação que se estende até os dias atuais.
Para ler o artigo inteiro, clique em www.historiaviva.com.br
O segundo artigo está no jornal Folha de S.Paulo desta sexta, dia 19 de junho. Patrick Cockburn, articulista do jornal britânico Independent, expõe as peças que estão no tabuleiro neste momento, comparando-as com o jogo em 1979. “A Revolução Iraniana foi feita por uma coalizão que abarcava esquerda e direita, com religiosos conservadores em um dos extremos e marxistas revolucionários em outro”, conta. E hoje? “Os símbolos e a linguagem usados no Irã em 2009 se assemelham ao que aconteceu em 1978/79, mas as forças políticas que estão em ação não poderiam ser menos parecidas.”
Para ler o artigo inteiro (só assinantes têm acesso), clique em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft1906200903.htm
Liliana Pinheiro"
domingo, 21 de junho de 2009
Casa das Rosas integra ‘corrente’ de troca de livros
G1 > Vestibular e Educação - NOTÍCIAS - Casa das Rosas integra ‘corrente’ de troca de livros: "Casa das Rosas integra ‘corrente’ de troca de livros
Desde o início de maio, espaço aderiu ao BookCrossing.
Projeto é um movimento de 'libertação' de livros em locais públicos.
Do G1, em São Paulo
A Casa das Rosas, espaço de literatura e poesia localizado na Avenida Paulista, se tornou um espaço para troca de livros. Desde o início de maio, a casa aderiu ao projeto BookCrossing, movimento de “libertação” de livros em locais públicos para serem achados por outros leitores, e se tornou uma “crossing zone” (na tradução, zona de troca de livros).
Funciona assim: qualquer leitor pode deixar um livro na Casa das Rosas para outros leitores, enquanto também pode escolher outra obra que estiver disponível no espaço para levar embora e ler, mas, com o compromisso de passá-la adiante.
A Casa das Rosas é a sexta “crossing zone” do Brasil, sendo a terceira na cidade de São Paulo. Em média, 200 livros da literatura brasileira, especialmente de poesia, compõem essa espécie de biblioteca circulante.
Como participar
O doador da obra entra no site do movimento, que tem adesão de leitores de mais de 130 países, e cria um perfil - o site é em inglês; uma página na web em português está em construção. Com o livro em mãos, registra e anota na contracapa o código de identificação gerado.
Após o cadastramento, é preciso deixar o livro na Casa das Rosas ou em uma das outras zonas oficiais, ou ainda, se preferir, pode deixá-lo em um espaço público qualquer.
A pessoa que pegar o livro deve informar o paradeiro da obra no próprio site, e se quiser pode também registrar a sua opinião sobre a leitura."
Desde o início de maio, espaço aderiu ao BookCrossing.
Projeto é um movimento de 'libertação' de livros em locais públicos.
Do G1, em São Paulo
A Casa das Rosas, espaço de literatura e poesia localizado na Avenida Paulista, se tornou um espaço para troca de livros. Desde o início de maio, a casa aderiu ao projeto BookCrossing, movimento de “libertação” de livros em locais públicos para serem achados por outros leitores, e se tornou uma “crossing zone” (na tradução, zona de troca de livros).
Funciona assim: qualquer leitor pode deixar um livro na Casa das Rosas para outros leitores, enquanto também pode escolher outra obra que estiver disponível no espaço para levar embora e ler, mas, com o compromisso de passá-la adiante.
A Casa das Rosas é a sexta “crossing zone” do Brasil, sendo a terceira na cidade de São Paulo. Em média, 200 livros da literatura brasileira, especialmente de poesia, compõem essa espécie de biblioteca circulante.
Como participar
O doador da obra entra no site do movimento, que tem adesão de leitores de mais de 130 países, e cria um perfil - o site é em inglês; uma página na web em português está em construção. Com o livro em mãos, registra e anota na contracapa o código de identificação gerado.
Após o cadastramento, é preciso deixar o livro na Casa das Rosas ou em uma das outras zonas oficiais, ou ainda, se preferir, pode deixá-lo em um espaço público qualquer.
A pessoa que pegar o livro deve informar o paradeiro da obra no próprio site, e se quiser pode também registrar a sua opinião sobre a leitura."
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Compra de votos, coronelismo e o congresso de sempre
As últimas notícias sobre o ato secreto faz lembrar de todas as discussões que tivemos sobre o uso de patrimônio pública para fins privados. E a discussão não é nova. Observe a notícia abaixo. Foi publicada em 2006, fazendo referência à corrupção do congresso e à música do Paralamas gravada 11 anos antes. Ouça a música que segue à notícia e pense: qual é a semelhança sobre todas estes acontecimentos.
Lula tem pouca chance de acabar com "picaretas", diz jornal
da BBC BrasilAs eleições brasileiras foram tema de matérias em jornais europeus e sul-americanos, um dia depois de o candidato Luiz Inácio Lula da Silva lançar seu programa de governo para um eventual segundo governo petista.
O jornal argentino "Página 12" cita pesquisas que indicam vitória do atual presidente já no primeiro turno, mas avalia: "São poucas as chances que (Lula) tem de enterrar uma maldição política que vem de anos --a corrupção."
"Em meados dos anos 90, o grupo Paralamas do Sucesso gravou o rock '300 picaretas', em alusão aos legisladores que vendiam seus votos pela melhor oferta", lembrou o diário. "Desde então, três governos foram eleitos, e nenhum deles pôde acabar com os 'picaretas'."
O diário econômico "Financial Times" também abordou as eleições brasileiras. O diário registrou que nem Lula nem o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, apresentaram programas de governo com "substância para diferenciá-los".
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u56492.shtml
paralamas do sucessos - Luis inacio
sábado, 13 de junho de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)